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19 setembro 2011

Conto: Carta a mamãe e papai.


Queridos adultos que me geraram,

Só queria que vocês me entendessem, que me ajudassem ao invés de julgarem, se me amam tanto assim, deveriam ao menos, me dar apoio? E agora, como fica?
A cada dia me sinto mais despedaçada. Minha alma se foi. Sou só um corpo vagando. Porque não me deixam ficar perto de minha única alegria? È tudo tão complicado, me falta palavras pra descrever.. 
Não é ódio, mas também não é indiferença. As vezes é amor, as vezes é pena. 
Queria por um dia ter uma relação amigável, queria por um dia, que vocês acreditassem que eu não sou vocês, que tenho meus sonhos, que sou feita de carne e osso, e muita alma.
Eu não pedi pra ter nascido.
Escrito por Juliana às 1:32:00 PM 7 mil leitores comentaram aqui
19 setembro 2011

Conto: Carta a mamãe e papai.

Q ueridos adultos que me geraram, S ó queria que vocês me entendessem, que me ajudassem ao invés de julgarem, se me amam tanto assim, deve...
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03 julho 2011

Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer pra poder te negar, bem no último instante.



Se me perguntarem agora ''O que você queria ter de volta, mas não pode ter?'', com certeza, eu pensaria em você. Se passase uma estrela cadente nessa fria madrugada, eu faria um pedido: você; que tivessemos tudo como antes. Tudo. Eu digo, tudo. Tudo mesmo.
Quero meu melhor amigo de antes; aquele que prometia me levar pra ver a neve, que prometia viajar comigo, que prometia me tirar daqui, que me ajudava nas horas tristes e não que me apunhalasse pelas costas. Sinto falta de quando não deixavamos de nos falar um minuto sequer, hoje, ficamos semanas e semanas sem nos falar; e você nem me procura.
Quero saber, o que te fiz? Excesso de preocupação? Excesso de amor, de amizade? O que foi? Me fala, eu preciso saber. Preciso saber porque só assim posso corrigir esse ''erro'', esse fardo que vou carregar pra sempre! Você não sabe como dói em mim. Como dói perceber que não depende só de mim pra ser como antes. Não sabe como dói não poder gostar e confiar em outra pessoa, mesmo querendo.
Sinceramente, eu sinto pena de você. Pena por não querer ser ajudado, pena por ignorar quem te ama, quem faz tudo por você. Talvez eu não seja boa o suficiente pra você, e tenha outras aí, na sua cidade, pra cumprir o papel de ''melhor amiga'' e ''namorada'', e não venha me dizer que se tivessemos perto, seriamos ''casados'', porque não seriamos. Seriamos os dois retardados que somos, eu me humilhando e você não se importando. Não se engane, ou melhor, não tente me enganar.
Tenha minhas sinceras desculpas, estou te deixando. Dessa vez, espero que pra sempre. Não aguento mais isso, não aguento. Essa dor. Dor infinita. È uma luta todos os dias. Luta pra falar com você, e quando realmente crio coragem, sou tratada muito mal. Isso dói até meus ossos, e dói mais ainda, saber que eu, a única pessoa que realmente gosta de você, você perdeu. E vai ficar aí, procurando um ''amor'' de apenas uma noite. Tudo isso por você ser um hipocrita, idiota, orgulhoso, falso e sem atitudes. Sinto pena de pessoas como você. Não preciso disso mais, não sou como você que magoa e acha bom, as pessoas que gostam de você; não vou magoar mais quem gosta de mim, por causa da sua falta de atitude e sensibilidade.
Se eu te visse agora, te falaria ''adeus'', diria que você pra mim é uma pessoa morta, mesmo estando viva, e o principal, te perguntaria: ''E você se lembra, como tratou a única pessoa que realmente se importava com você?'' - com certeza, eu não receberia resposta nenhuma, apenas o silêncio, e isso me bastaria.



Escrito por Juliana às 12:25:00 PM 1 mil leitores comentaram aqui
03 julho 2011

Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer pra poder te negar, bem no último instante.

Se me perguntarem agora ''O que você queria ter de volta, mas não pode ter?'' , com certeza, eu pensaria em você . Se pa...
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01 junho 2011

Sorrow


Músicas tristes voltaram a ter sentido novamente.  Tristeza, melancolia, dor. Você entende aonde estou querendo chegar? Pois bem, eu te direi. Eu ando pressa, totalmente pressa no passado, em pessoas que se foram, em sentimentos que fora bons, mas agora, eles me destroem, me destroem a cada dia que passa. A cada dia que passa eu me sinto mais velha, mais desgastada, mais desesperançosa.
Não sei mais o que fazer, eu olho para os lados, eu me sinto tonta, eu penso em cair. Penso muito. Penso em ficar doente e o dia todo de cama. Depressão. Cortes. Lâmina. Tristeza. Mas não, eu não vou largar tudo o que constroi, não vou deixar a fraqueza tomar conta de mim novamente, por mais que isso seja fácil, mas nem sempre o caminho mais fácil é o melhor, por isso eu tento ser feliz, por mais que seja uma felicidade de poucas horas, eu sei que minha hora de ser feliz retornará, pode demorar, mas eu sei que chegará; eu aguardo ansiosamente rezando pros meus santos, pros meus anjos. Se é que tenho algum.

Escrito por Juliana às 1:13:00 PM 6 mil leitores comentaram aqui
01 junho 2011

Sorrow

Músicas tristes voltaram a ter sentido novamente.  Tristeza, melancolia, dor. Você entende aonde estou querendo chegar? Pois bem, eu te di...
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11 maio 2011

Conto: Sem desapego


Tifany havia acabado de acordar. Abriu os olhos, rolou sob a cama, sentindo os lençois macios. Normalmente, ela acordava com o canto dos pássaros, com o doce aroma dos muffins recem assados e com o barulho das folhas secas caindo sob o chão, mas dessa vez, ela não acordou desta forma. Acordou vazia, triste, os olhos inxados e com olheiras, olheiras escuras e profundas. Passou a noite em claro, chorando. Chorando e o amaldiçoando.
Ela o odiava. O odiava a ponto de amá-lo. Como pode isso acontecer? Simples, ela se importava com ele. Importava até demais, demais mesmo. E isso que causava a dor, porque não era reciproco. Já foi um dia, e isso procava uma amargura enorme. Daquelas que chegam a doer os ossos, e ela o sentia nos ossos.
**
Sentou-se na velha cadeira de madeira pintada de branco, um tanto gasta. Abriu o caderno de anotações. Alguns rabiscos. Nada demais. Mas nesse momento, era algo que valia sua vida, ou pelo menos, sua felicidade.

Começou a escrever a carta. A carta pro bandido. O bandido que roubou sua paz e seus risos. Ela sentia dores no peito. Como dóia se despedir. Mas dóia ainda mais, meu querido, ser trocada, ser substituida e descartada.
'' Adeus, meu amor, promete-me não envolver-se com quem não gosta de você. Isso iria me doer tanto...'' - e ela jogou o papel no lixo, porque despedidas, despedidas doem demais, doem a ponto de ficar presa nele. E ela estava, condenada pra todo sempre. Até que a morte a separasse.

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11 maio 2011

Conto: Sem desapego

Tifany havia acabado de acordar. Abriu os olhos, rolou sob a cama, sentindo os lençois macios. Normalmente, ela acordava com o canto dos pá...
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06 maio 2011

A cigarrete smoke in your eyes...


Os corpos se moviam na pista de dança, a fumaça impregnava-me os poros.
- Não aceita um gole de whisky? - um menino que aparentava 17 anos me perguntou. Mexi a cabeça positivamnte, tomando um gole que rasgou minha garganta, e em seguida, arrastei os pés para a pista de dança.
Dancei, dancei muito. Dancei a ponto de não sentir os pés nem o coração. Maldição...

Escrito por Juliana às 12:58:00 PM 9 mil leitores comentaram aqui
06 maio 2011

A cigarrete smoke in your eyes...

Os corpos se moviam na pista de dança, a fumaça impregnava-me os poros. - Não aceita um gole de whisky? - um menino que aparentava 17 anos...
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